inss

Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Como fazer um sistema de Irrigação - Irrigação Automatizada - Vídeo

Segue abaixo um Vídeo do Sistema de Irrigação Automático em funcionamento. Este vídeo foi postado no Post original do Sistema de Irrigação por um anônimo.
Agradecemos por compartilhar!


quarta-feira, 5 de maio de 2010

Como cuidar de um Acer Vermelho – Cultivar Acer Palmatum

clip_image001
Nome Popular ACER VERMELHO
Espécie Acer
sub-espécies palmatum
Família Aceráceas
Origem Japão
Altura(em ambiente natural) 12m

A família dos “Acer” possui mais de 200 espécies do gênero. O Acer palmatum possui folhas com cinco pontas e com cores que mudam durante o ano. Sua brotação é vermelha e muda naturalmente para verde após cerca de 60 dias. O Acer palmatum é uma árvore caduca ( caem as folhas no inverno ) originária das regiões frias do hemisfério norte. Existem numerosas variedades desta espécie, ex: rubrum, deshojoh, seigen, tamanhime,atropurpureum, aureum.... clip_image002
O Acer palmatum gosta muito de luz, mas não deve ser exposto ao sol forte no verão, pois poderá queimar as pontas de suas folhas. Necessita de um local bem iluminado. Podemos colocá-lo no verão  em local onde o mesmo possa receber raios solares diretamente em suas folhas em períodos onde o sol não esteja muito forte ( antes das 10:00Hs e depois das 16:00Hs ). Isso pode ser conseguido colocando-a em uma sacada com cobertura, sob outras árvores ou mesmo dentro de casa próxima a uma janela em local arejado. Já em outras estações o Acer pode ser colocado a pleno sol desde que seu solo esteja sempre úmido. Pode-se deixar o Acer palmatum a pleno sol desde que suas raízes sejam mantidas sempre úmidas. clip_image004

O Acer palmatum gosta de sua terra sempre úmida. Tomar cuidado para não regá-lo em demasia, regando novamente somente quando a superfície da terra estiver seca, pois esta arvore é muito sensível a ataque de fungos. Umidade constante no tronco e raízes favorece o surgimento de fungos ( Pó Branco ), estes podem até ocasionar sua morte se não forem tratados. A Maneira correta de regar um bonsai é fazer com que toda a terra que esta no vaso se umedeça. Para isso coloque água distribuindo em toda a área da superfície até que esta saia pelos orifícios do fundo do vaso.
O Acer pode ser adubado com adubo orgânico de decomposição lenta.
Alem dos fungos que podem ser tratados com a moderação na rega, retirada com uma escova e fungicida,  o Acer é uma árvore muito resistente se for bem regada e colocada em local adequado. Ataques de pulgão ou cochinilhas podem ser tratados facilmente com inseticida para plantas ornamentais. Não esqueça que existindo um problema, este deve ser solucionado com brevidade para evitar a debilitação do bonsai

clip_image002[7]

terça-feira, 20 de abril de 2010

Como fazer um sistema de Irrigação - Irrigação Automatizada

Relação do material

Timer mecânico:

Válvula solenóide de máquina de lavar ou válvula retentora de saída como os técnicos chamam.
Válvula da Brastemp antiga é mais barata, em média R$6,00.
Ao instalar verifique a seta que mostra o sentido que a água deve passar.
Comprar as conexões hidráulicas necessárias para a rede Hidráulica (luvas, veda roscas, abraçadeiras…)
É só colocar um fio paralelo (ou dois pólos) ligados nos dois conectores metálico da válvula e com uma tomada na outra ponta e ligada no Timer .

Mangueira ou encanamento preto flexível.

Micro-aspersor

Existem vários tipos de aspersores, os que estão sendo usados neste exemplo são estes com a tampinha verde e um outro com tampinha laranja.
A diferença entre os dois é que o laranja solta um spray mais fino, ou seja, variam em consumo de litros/hora de água.
Pra colocar a vedação fure a mangueira com uma broca de 7 mm, encaixe a vedação e depois o aspersor. 
Se vazar é porque a vedação rasgou. É bom comprar algumas a mais!

Segue abaixo o link do fabricante para se conseguir um representante mais próximo a sua cidade que poderá ajuda-ló com a descrição dos aspersores. Os demais materiais acham-se com mais facilidade.

Tem um modelo com a vazão de 6 litros/hora que poderá ser mais adequado para ficar os 15 minutos ligado.

A programação do Timer é muito simples...

Ajuste na seta a hora local. Abaixe 1 pino no horário em que você queira que a rega seja feita (no meu caso coloquei 15 min). Você pode programar por exemplo às 9:30hs por 15 min e às 15:30hs por mais 15 min.
Cada pininho preto abaixado corresponde a 15 minutos do mecanismo ligado ou tempo da rega.

O timer gira durante as 24:00 hs e toda hora que passar por um pino abaixado ficará ligado os 15min, 30min, 45min, 1:00hr ou mais... de acordo com a quantidade de pinos abaixados.

15 min é mais que suficiente!

Agora é só colocar a mangueira sobre os vasos a um distância entre 1 e 1 ½ mt. 
Colocar um aspersor na mangueira a cada 1 metro (isso também depende da distância entre o vaso e o aspersor).
Cada aspersor tem capacidade de regar 1,3 m² aproximadamente.

Pra ligar a água...

Observe se existem vazamentos pois estamos mexendo com água e eletricidade!!!!! TOME O DEVIDO CUIDADO!
Para vedar bem a mangueira na válvula foi preciso colocar veda-roscas no bico da válvula antes de colocar a mangueira e apertar bem a abraçadeira na mangueira!!! (vedou bem na primeira)
É muito bom colocar a válvula na saída de uma torneira para poder regular a quantidade de água que vai pra mangueira pois, a válvula abre totalmente e se você tiver muita pressão na água e o seu sistema for pequeno e com poucas saídas de aspersores pode arrancar os mesmos da mangueira (apesar de serem bem resistentes a isso).
Agora as plantas vão estar sempre molhadas nos horários escolhidos todos os dias e, não vou incomodar ninguém pedindo pra fazer o serviço enquanto estou fora.
Molha muito bem!!!! - Veja abaixo o jato e o resultado no Bambú.

Para tampar o final da mangueira não achei nada pronto. Fiz a vedação, como costumo ver em chácaras, dobrando o cano e amarrando com um arame para segurar bem dobrado. Funciona! 
A Agrojet tem outra solução pronta também. Verifique!

Contras do sistema:

O timer mecânico fica ligado no mínimo 15 min. Acho que o ideal seria entre 7 e 10 min (economizaria água). Pode ser resolvido colocando-se um timer digital com mais recursos.  Acontece que, se faltar energia perde-se a programação e, neste caso, perde-se a confiabilidade.

Ficarão expostas as mangueiras pretas sobre as plantas, FEIO mas trás um ótimo benefício e  conforto.

Fonte: http://www.atelierdobonsai.com.br/olavo.html

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Como posicionar corretamente os ítens Tokonoma.

Traduzido do Espanhol para Português.

A alcova está disponível para o observador, como se estivesse vendo uma cena natural.

Mas como é a forma preparar adequadamente os elementos na alcova, na forma tradicional japonês, e por quê?

Vamos começar listando cada um desses elementos. Primeiro e mais importante, nós estamos indo para a exposição bonsai. Isso deve ser colocado sobre uma mesa de exibição em um pedaço de tronco de árvore, sobre uma tábua de madeira, etc. Nunca diretamente sobre a superfície. O segundo lugar temos o elemento de suporte que normalmente é uma planta de acento (Kusamono), embora possa ser uma figura alegórica no momento do ano, ou até mesmo um Suiseki. Estes também são colocadas em uma folha de madeira que pode ser regular ou irregular (em forma de piscina), um obstáculo ou uma pequena mesa de café. O terceiro elemento é o kakemono de rolagem (vertical) que está pendurado na parte traseira.

"E como nós temos? Ao olhar para um cenário natural, o que vemos, em primeiro lugar são as plantas no ambiente, que nós representamos na alcova com plantas sotaque. Estes têm no lado apontando para onde a árvore bonsai como movimento é a primeira coisa que vemos, o lugar um pouco mais avançado do bonsai. Oriente (bonsai), dissemos que é o principal elemento da representação eo segundo elemento que vemos na perspectiva do observador. Nós colocamos como indicado acima. O arranjo desses dois elementos serve igualmente para quando nós apresentamos um bonsai em exibição.





O terceiro elemento é representado kakemono (de modo alegórico, às vezes) o resto da paisagem. Segundo a teoria da alavanca de equilíbrio visual, o ato kakemono de apoio e os bonsai, um elemento visual mais pesado, seria mais próxima do fulcro (kakemono), sendo mais da planta para produzir o acento equilíbrio.


Existe uma outra teoria, a do triangularidade cósmica (Deus-homem-terra), onde os três elementos da alcova devem formar um triângulo escaleno em que o vértice deve corresponder ao kakemono e representa Deus, o vértice central deve coincidir com o bonsai e representa o homem e para o canto inferior coincide com a planta de acento e representa a terra.

Muitas vezes vemos várias representações de tokonoma e sem saber o que nós gostamos uns mais que outros. Não será certamente por aqueles que gostamos, conseguimos refletir melhor a estética passos acima.






Fonte: http://alisiosbonsai.blogspot.com/

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Como cuidar de uma Calliandra – Cultivar Calliandra


A Calliandra é a árvore preferida de 7 entre 10 bonsaístas. O formato de
suas folhas, seu tronco rígido e a facilidade com que ela aumenta sua massa
foliar, fazem dela uma ótima escolha para quem deseja começar a cultivar
bonsai.
Então, vamos ver como se cuida desta planta?
Nome Popular: Esponjinha

Nome Científico: Calliandra (selloi, brevipes… o segundo nome científico depende
da cor das flores, ou da ausência de floração)
Origem: Regiões tropicais e subtropicais das Américas, entretanto são
encontradas também na Ásia e na Índia. Existem mais de 120 espécies de
Calliandra diferentes.

Ambiente: As Calliandras precisam de muita luz para florescer
abundantemente, sendo o ideal colocá-las no exterior, protegidas com telas
de sombreamento (sempre que possível). Em regiões com estações bem
definidas, é possível mantê-las dentro de casa, desde que seja em um local
com bastante luminosidade e boa ventilação. Nunca as coloque próximas a
fontes de calor.

Características: É um pequeno arbusto de folhas perenes e delicadas, de um
verde bem claro e vibrante quando ainda são brotos, e mais escuros quando
envelhecem, que se fecham à noite ou quando a planta perde muita água.
Algumas espécies possuem flores que vão do branco ao rosa e ao vermelho,
em formato de pompom.
Os brotos das flores (começam a aparecer no final da Primavera e ao longo do
Verão), parecem pequenas framboesas e surgem da axila das folhas. Das
flores, surgem frutos, que se partem quando maduros, espalhando as
sementes (como o legume vargem). A coloração do tronco é de um tom cinzaclaro,
quando novo, tornando-se marrom com o tempo e podendo ficar quase
negro.

Adubação: Fertilizante líquido, para bonsai, a cada duas semanas (lembrando
sempre de usar metade da quantidade indicada na embalagem) durante a estação
de crescimento (início da Primavera até o final do Outono) e durante o inverno,
adube apenas a cada trinta dias. O incremento de fósforo (P) no fertilizante
ajudará a estimular o surgimento de flores. Outra opção é o uso de adubos
com longa duração (que liberam os nutrientes toda vez que são molhados), como
o Osmocote.

Rega: Mantenha o solo sempre úmido. Como na maiorias das plantas, o ideal
é que se regue em abundância, até que a água escorra pelos orifícios do
fundo do vaso. Em dias de muito calor, às vezes, se faz necessário regar até
3 vezes por dia. Durante o inverno, regue menos, principalmente se a planta
estiver em locais muito frios, mas mantenha o solo sempre úmido.
Poda: Deve ser feita durante o período de crescimento, cortando os novos
brotos deixando apenas um ou dois pares de folhas, tão logo o broto tenha
desenvolvido cinco ou seis novas folhas. Isso fará com que a planta adquira
uma aparência compacta, com bastante massa foliar.

Transplante: De dois anos em dois anos, de preferência na Primavera,
cortando-se certa de 2/3 das raízes. É importante utilizar um substrato com
boa drenagem, com pelo menos 30 ou 40% de pedriscos de 2mm.
Aramação: Arame apenas os galhos mais jovens, durante o Verão, pois os
galhos mais velhos quebram com facilidade, devido à sua rigidez.
Dica: A Calliandra é facilmente cultivada através do plantio de sementes ou
por estaquia, sendo que com a estaquia, você consegue árvores com
aparência mais velha

domingo, 4 de abril de 2010

Como fazer Calda Sulfocáustica para Bonsai

Calda Sulfocáustica no bonsai.

Por Harry Harrington – Traduzido para o PT.

Ao longo dos anos tenho visto, ouvido e lido mitos sobre a calda, mas porque há tanta invenção, desinformação e quase mística em torno deste produto químico eu não sei, mas parece-me que se origina a partir de  literatura antiga de bonsai.

O que é a Calda Sulfocáustica ou Lime Sulphur?

É um líquido com mau cheiro que bonsaístas passam na madeira morta a fim de produzir uma distintiva cor branca. Não se pintará uma madeira colorida, mas sim quando a mistura seca, sendo alvejantes, mancha a madeira com um branco pálido.

Foi originalmente desenvolvida para pulverização de inverno (fungicida e inseticida) e utilizado para as árvores durante o inverno para matar qualquer resíduo de bolores, fungos e insetos ou ovos. Em primeiro lugar, foi desenvolvida durante meados do século 19 para controlar mildio sobre videiras em vinhas francesas . Desde o início dos anos 1900 para o 1940, foi utilizado e amplamente produzidas numa base comercial, até que ela foi superada pelos mais novos e mais eficientes produtos químicos.

A mistura produz uma certa quantidade de dióxido de enxofre (SO2), tal como seca (dependente da temperatura ambiente, a solução é mais quente pois seca, maior o volume de dióxido de enxofre, que é produzido). O dióxido de enxofre é um conservante conhecido ainda utilizados na vinificação e indústria de frutos secos onde é utilizada para a sua capacidade de matar micróbios e bactérias.

O dióxido de enxofre é também conhecido como um redutor, isto é, na presença de água, é capaz de descolorir / remover as cores de materiais  permeáveis que entrem em contato com ele (o dióxido de enxofre é ainda utilizado em algumas indústrias de papel alvejante e tecidos delicados, tais como roupas).

O efeito do branqueamento do dióxido de enxofre não é permanente, no entanto, após a exposição ao oxigênio (no ar), o material é branqueado e lentamente oxidados , e a cor ou pigmento de origem naturais do material marcado retorna.

Esta é uma das razões pelas quais deve ser aplicado várias vezes à madeira morta do bonsai, garantindo que ele fica branco.

Pelo teor de enxofre não é um líquido agradável . Sem dúvida que deve ser tratado com respeito. Use luvas quando aplica-lo. E armazene fora do alcance das crianças. Use uma máscara facial caso você use-o como um spray. Se você engolir qualquer solução ou receber em qualquer dos seus olhos, procure assistência médica.

Onde obter?

Atualmente, o único lugar que você vai encontrar calda sulfocáustica líquida é em viveiros de Bonsai ou online através de empresas de bonsai. É um produto relativamente barato e uma pequena garrafa durará muito tempo.

Materiais necessários para a aplicação de calda sulfocáustica para madeira morta de bonsai.

Ingredientes:
- 2 litros de água
- 100 gr de cal
- 150 gr de enxofre (+ de 90% de pureza)

Preparo:
- Ponha 1 litro de água para ferver.
- Acrescente o cal aos poucos e mexa.
- Deixe fervendo até que se torne uma pasta bem consistente.
- Acrescente mais 1 litro de água fervendo.
- Deixe ferver por mais 5 minutos.
- Acrescente o enxofre aos poucos sempre mexendo.
- Deixe ferver em fogo baixo por mais 10 minutos.
- Apague o fogo e deixe esfriar.
- Coar usando um pano. (não espremer)
- Deixe escorrendo a água por 12 horas.
- Reserve o líquido que passou pelo pano e jogue a parte sólida fora.

Utilize um pincel para aplicar na madeira morta. O tamanho exato da escova que você necessita dependerá do tamanho e complexidade da área à aplicar, mas geralmente um velho pincel de 1cm ou menos é necessário. Vale a pena encontrar um velho pincel, se possível, eu acho que as cerdas das escovas baratas tendem a se desintegrar rapidamente com os efeitos combinados da superfície áspera morta e ao efeito da calagem enxofre sobre a cola utilizada para anexar as cerdas. Ou então você pode gastar muito tempo cuidadosamente removendo cerdas da madeira morta!

A escova pode ser limpa com água e sabão se feito imediatamente após o uso. No entanto, se deixados secar, tornará o pincel inutilizável.

Finalmente, alguns panos ou papel absorvente (rolo de cozinha / tecido) em mãos para absorver vazamentos e excesso.

Um Guia Prático de Aplicação de calda sulfocáustica para a Bonsai.

Este é um zimbro, o tronco que recentemente teve a sua casca removida para criar um Shari. A veia de crescimento no lado direito do tronco e sua extremidade foi selado com selante com o fim de ajudar a borda da madeira à cicatrizar. Não é necessário proteger a madeira viva, casca ou de câmbio (mesmo quando verde) contra o calcário enxofre. A árvore não será danificada mesmo se a parte verde do câmbio estiver exposta a camada de cal enxofre.

Não importa se a madeira morta é fresca e acaba de ser criado (a partir de madeira viva) ou que tenha sido deixado secar por um tempo. Você verá que o novo morto viçoso não levará muito bem a tintura como é com os mais velhos, mas mais uma vez, não é necessário esperar após criar madeira morta.

Se é pintado sobre madeira seca ele tende a fugir da madeira, em vez de ser absorvido. É igualmente incapaz de penetrar tão profundamente quando a madeira está seca. Para ter qualquer efeito sobre a preservação da madeira (embora ligeiro) que deve ser absorvida tão profundamente quanto possível, assegurando que a madeira esteja úmida, é capaz de penetrar muito melhor.

Em segundo lugar, tal como mencionado anteriormente, a umidade (água) é necessária para o dióxido de enxofre ter um efeito de branqueamento ou coloração. Madeira seca leva muito mais tempo para alvejar e em alguns casos, podem reter parte do original amarelo / vermelho cor da mistura.

Se a madeira já não é de estar no exterior com tempo chuvoso, pulverize cuidadosamente com água.

Qualquer excesso de água na superfície da madeira irá causar lixiviação para a parte da árvore que você não necessita que seja branqueada. Utilize um pano absorvente para remover o excesso de água a partir da própria madeira morta e tente secar a casca, tanto quanto possível.

Aplicar, começando pelo ponto mais alto. É preferível aplicar várias camadas delgadas ao longo de algumas horas de tentar que aplicar um espesso revestimento de uma só vez. Esteja preparado para limpar qualquer excesso que recolhe na base do que você está pintando.

É necessário limpar o excesso antes de aprontar o solo ou em áreas circundantes de madeira viva e casca. Isto porque a Calda também lixívia do solo e da casca. Não é porque irá “matar” a árvore ou danificar as raízes.

Obviamente, uma grande quantidade de calcário de enxofre no solo não é uma coisa boa para a saúde da árvore, mas esta deve ser mantida em perspectiva. Uma pequena quantidade não vai envenenar a árvore. Em muitas ocasiões tenho feito em raízes mortas (como mostrado nestas imagens) e caiu no solo, porém foi executado com absolutamente nenhum prejuízo para a saúde da árvore. Se você está preocupado que muito cal e enxofre tenha entrado no solo, basta limpar para fora com a água a vontade.

Se a casca da árvore receber a calda, como pode ser visto na base da árvore na imagem acima, basta utilizar alguns panos molhados para limpar o excesso.

Faça isso com a maior brevidade possível, para que não tenha de embranquecimento da casca. Se a casca ainda aparece branca quando seca, basta utilizar uma escova velha ou similares para limpar a casca.

A mistura vai empalidecer a madeira seca ao longo das próximas horas ou dias, dependendo do grau de umidade da madeira é (mais úmido, mais rápido o embranquecimento tem efeito) e à temperatura ambiente ( mais quente o tempo, mais rápido irá secar). Evite colocar a árvore pintada exposta à chuvas pois este fará com que a calda escoe antes de ter tido o efeito necessário de branqueamento.

O recém aplicado da árvore acima, é mostrado apenas horas após a aplicação. Como pode ser visto, a madeira não é tão branca quanto deve ser o efeito alcançado e isso é normal para uma primeira aplicação. Outras aplicações irão garantir que a madeira morta se destaque bem em relação à madeira viva em relação a cor.

Coloração da calda sulfocáustica

Pela sua natureza, a calda com cal produz um acabamento branco para madeira morta. Apesar que uma forte cor branca é adequado para espécies de coníferas, como pinheiros e zimbros, em outras espécies de árvores como o Buxus, Carvalhos, e a maioria das árvores deciduas e folhosas, a calda é frequentemente utilizada para produzir uma cor mais adequada com variedade de tons e cores.

Além disso, a calda produz uma cor branca, sem tom ou variedade, não pode fazer madeira morta muito plana e bidimensional. Ser capaz de escurecer a calda, permite que o artista produza uma aparência de profundidade e uma terceira dimensão à pintura na madeira.

O tronco oco desta Tuia foi pintado mas em vez de permitir o acabamento uniforme branco, a calda foi cuidadosamente tingida com tinta preta para produzir uma variedade de cores cinzas e negras para aumentar a sensação de profundidade no acabamento.

As arestas exteriores deste tronco foram pintadas com calda pura e, em seguida, como já pintou mais profundo e mais profundo na cavidade, acrescentei algumas gotas de tinta preta para a mistura de calda para produzir uma cor mais escura constantemente.

A Calda pode ser colorido com uma variedade de ingredientes e algumas experimentações são necessárias. Todas as tintas à base de água irão funcionar bem, mas evite usar qualquer coisa à base de óleo, uma vez que não vai misturar com a calda. Geralmente apenas uma pequena quantidade de tinta preta é necessária para o acabamento se tornar uma cor cinzenta. Para uma mais natural cor “madeira”, tente ocres ou tintas queimadas.

Para uma abordagem mais “natural” de corantes, você pode usar diluído (em água fervente) chá de folhas, café instantâneo granulado ou moer para produzir tons ocre. Para tons cinzentos pode utilizar madeira ou cinzas de cigarro, misturado na calda ou aplicado à madeira após estar seco.

Devido à natureza da calda, não é possível aconselhar as misturas exatas ou receitas, a experimentação é necessária. Sempre permitir que a pintura seque antes de julgar os resultados de seu trabalho!

Lime Sulphur mata todos (ou pelo menos a maioria) as bactérias que causam a degradação e a deterioração da madeira que nós conhecemos como “podridão”. Também produz temporariamente ambiente hostil contra as bactérias. No entanto, os efeitos anti-bacterianos e anti-fúngicos da calagem enxofre é relativamente curta em comparação ao seu efeito de branqueamento. A maioria dos entusiastas terão visto a madeira começa a ficar verde e o apoio de bactérias dentro de um período relativamente curto de tempo.

Este curto prazo exige que a proteção seja aplicada anual ou até mesmo a cada 6 meses para garantir que todos os restos de madeira (se tal for necessário) e para manter a maioria das bactérias e fungos fora.

Não só é o efeito anti-bacteriano relativamente curto, mas ela só tem um efeito sobre as partes da madeira morta que é capaz de acessar. Como já foi discutido, só é capaz de permear a madeira de uma árvore a uma certa profundidade (dependendo da densidade e condição). Embora seja capaz de matar bactérias na superfície da madeira e, possivelmente, a uma profundidade de alguns milímetros (sobre uma madeira macia), algumas camadas de madeira permanecerão desprotegidas.

Se as bactérias são capazes de acessar as camadas de madeira que não podem (por exemplo, embora fissuras ou rupturas na integridade da madeira morta ou através expostos apenas para o solo), a podridão continuará ininterruptamente.

Em resumo, calda sulfocáustica não pode e não deve ser considerado como um conservante que irá proteger de podridão ou quebra. Embora seja capaz de preservar áreas rasas ou finas de madeira morta por um período de tempo, não é um método fiável de podridão e prevenção.

Para a madeira dura e densa de Juniperos e Pinus, é provavelmente suficiente, uma vez que estas madeiras são naturalmente resistentes à podridão. Em espécies com madeira macia como o ligustro, Bougainvillea e mais espécies caducifólias, podem ser utilizados alguns outros produtos auxiliares para preservação da madeira.

Fonte: http://fabiano.projetobonsai.com/2009/06/23/calda-sulfo-caucica-ou-lime-sulfur-no-bonsai/

domingo, 28 de março de 2010

Como colocar uma Apresentação de Slides com áudio no Blog

 

Uma ferramenta muito bacana e útil é a colocação de apresentação de slides no nosso blog. Por exemplo, no caso dos Blogs de Bonsai, temos muitas fotos para apresentar e se colocarmos separadamente no post podemos ter uma página muito carregada e que demora de abrir.

Hoje não quero falar apenas em slides com imagens e sim de slides com imagens e som (Slidecast). Para vc que quer apenas colocar suas fotos em slides no seu Blog eu indico um Post do Dicas Blogger: Apresentação de Slides dentro do Post

Para inserir uma apresentação de slides com áudio primeiro acesse http://www.slideshare.net e se cadastre. Após o cadastro clique em Upload e depois em Carregar Múltiplos arquivos. Veja a figura:

slideshare1

Depois de fazer o Upload do slide, clique em “Editar Uploads” e, na página seguinte, clique em “Faça Slidecast”.

slideshare2 slideshare3

Clique no botão “Upload mp3 file…”, escolha o arquivo de seu PC e clique em Abrir. Vc tb tem a opção de baixar um mp3 direto de uma URL. O site vai carregar o seu arquivo e depois  pedir para sincronizar com o slide.

slideshare4Sem Título-1

É só confirmar e pronto. como todos os sites deste tipo na página do seu slide tem uma opção de publicar onde vc copia o cód.. HTML e cola em seu Blog.

sábado, 27 de março de 2010

Como cuidar de uma Aceroleira - Cultivar Pé de Acerola






A aceroleira (Malphigia glabra L.) é uma planta originária das Antilhas e cultivada em escala comercial em Porto Rico, Havaí, Jamaica e Brasil.

É uma fruta atrativa pelo seu sabor agradável e destaca-se por seu reconhecido valor nutricional, principalmente como fonte de vitamina C, vitamina A, ferro, cálcio e vitaminas do complexo B (Tiamina, Riboflavina e Niacina). Consumida tanto in natura como industrializada, sob a forma de sucos, sorvetes, geléias, xaropes, licores, doces em caldas entre outras.
A algum tempo começamos a séria "Como cuidar", o primeiro post da série foi: Como cuidar de uma Jabuticabeira - Bonsai de Jabuticaba. Agora continuamos com o novo post Como cuidar de uma Aceroleira.

A área cultivada no Brasil é estimada em cerca de 10.000 ha, com destaque para a Bahia, Ceará. Paraíba e Pernambuco, que juntos detém a 60% da produção nacional. A maior parte dos pomares de acerola é formada com mudas oriundas de sementes. Por isso apresentam grande variabilidade genética quanto à produtividade, porte, arquitetura da copa, rendimento de polpa, cor, sabor, consistência e tamanho do fruto. Existem mais de 42 variedades de acerola que são cultivadas no Brasil. As principais são:

  • Apodi
  • Cabocla
  • Cereja
  • Frutacor
  • Okinawa
  • Olivier
  • Roxinha
  • Rubra
  • Sertaneja

Clima e Substrato:
A acerola ou cereja das Antilhas, é planta rústica, desenvolvendo-se em clima tropical e subtropical, quando adulta (madura) suporta temperaturas de até 0º C.
Segundo Simão (1971) e Almeida e Araújo (1992), a acerola se adapta bem à temperatura média em torno de 26º C.


Durante o período seco e frio a planta permanece estacionária, o que é normal, e quando a temperatura se eleva, a vegetação e o florescimento mantêm-se constantes. Sua frutificação acontece na primavera-verão. A altitude pode ser de 0 nível do mar até 800m ou mais. Por ser de clima tropical e subtropical, com chuvas ou irrigações distribuídas em torno de 1000 a 2000 mm, poderá haver uma grande produção de frutos de maior tamanho. As chuvas excessivas ultrapassando 1600 mm podem ocasionar frutos com menos vitamina C e aquosos.


Para Marty e Pennock (1965), a acerola não exige solos específicos. Os mais indicados são os de média fertilidade e os argilo-arenosos por reterem maior teor de umidade. Entretanto, certos cuidados devem ser tomados, como a fertilização adequada dos terrenos, arenosos e a drenagem das áreas de solos mais pesados onde pode ocorrer salinação e evitando, nos solos mais arenosos as áreas infestadas por nematóides.


Plantio:
A aceroleira é uma planta considerada de propagação simples, dado que pode ser multiplicada por vários processos. Ela se propaga facilmente com o emprego de sementes, estaquia e enxertia (Amaral, 1992; Matry e Pennock, 1965; Holmquist, 1966; Bezerra e outros, 1992).


O fato da aceroleira ser uma planta autofértil podem-se obter plantas praticamente idênticas, com a utilização da propagação por meio de sementes (Simão, 1971). Nos plantios em grandes escalas, entretanto, essa modalidade de propagação só deve ser adotada se as sementes provierem de frutos colhidos em áreas formadas com plantas uniformes, portadoras das melhores características produtivas e comerciais, pois desse modo se reduz o risco da geração de matrizes geneticamente indesejáveis.


As mudas a partir de sementes podem ser formadas em canteiros com 15 cm de altura, e 120 cm de largura e comprimento variável em função das características da propriedade. A semeadura pode ser feita em caixa de madeira ou similar, utilizadas como germinador, medindo 15 cm de largura ou em recipiente de polietileno preto com 20 cm de altura e 15 cm de diâmetro. Alguns viveiristas produzem as mudas em recipientes de polietileno de 6 cm de diâmetro e 25 cm de altura, reduzindo assim o custo de produção, devido ao maior número de mudas transportadas por unidade de área.


As sementes devem provir de frutos fisiologicamente maduros, dos quais são extraídas, sendo em seguida lavadas e postas a secar à sombra. A germinação ocorre em geral dentro de 20 a 150 dias; seu índice é de 20 a 30%, em virtude da ocorrência freqüente de abortamento do embrião (Marty e Pennock, 1965). A proteção contra a insolação direta e as regas diárias são práticas indispensáveis ao sucesso na germinação das sementes.


Diversos trabalhos comprovam, por outro lado, a viabilidade da propagação assexuada mediante o enraizamento de estaca. Esse método, assegura maior precocidade na produção, assim como a transmissibilidade das características genéticas da planta propagada. Pomares implantados na região do Submédio São Francisco com mudas propagadas por estaca iniciaram a frutificação entre cinco e doze meses após o plantio no local definitivo.


Plantio e Adubação:
Prepare a mistura de solo da seguinte forma: 1 parte de terra vegetal, 1 parte de pedriscos e 1 parte de areia.

Encha o vaso com a mistura até mais ou menos a metade e ajeite a muda de forma que ela fique na altura adequada à borda do vaso. Se for preciso, abra mais a cova ou coloque mais terra para chegar na altura desejada. Lembre-se de fazer a tarefa com cuidado, preservando o torrão de terra da muda, pois ele protege as raízes. Tudo certo? Agora complete o vaso com a mistura de terra e faça uma rega abundante. Use Torta de Mamona + Farinha de Osso a cada trinta dias, do início da Primavera até o final do Verão. Durante o Outono e o Inverno, diminua a freqüência. O adubo de liberação lenta, pode ser usado sem problemas, desde que não se exagere na quantidade.

No Brasil, há pouca informação disponível a respeito da adubação e nutrição nas condições edafoclimáticas das áreas irrigadas do Nordeste. Estudos desenvolvidos em Porto Rico, Cibes e Samuels (1955) assinalaram os principais problemas e sintomas de deficiência nutricional na aceroleira cultivada em solução nutritiva:



  1. A eliminação do nitrogênio da solução nutritiva foi o fator que mais deteve o crescimento e a      produção das plantas.
  2. A deficiência de fósforo, boro, enxofre e ferro não tiveram efeito tão nocivo sobre o crescimento das plantas quanto o produzido pela carência de nitrogênio, porem diminuiu drasticamente a produção de frutos.
  3. A deficiência de magnésio e manganês produziu efeito pouco significativo sobre o crescimento e a produção das aceroleiras.
  4. A falta de potássio diminuiu o diâmetro dos ramos e o tamanho dos frutos.
  5. A deficiência de cálcio retardou de modo significativo o crescimento das plantas.
  6. Os índices mais altos de nitrogênio foram encontrados em folhas de árvores deficientes em enxofre e ferro.
  7.  As plantas deficientes em nitrogênio apresentaram alta concentração de fósforo nas folhas.
  8. As árvores deficientes em fósforo não apresentaram sintoma algum dessa carência.
  9. Os menores níveis de ferro foram observados nas folhas de plantas deficientes em cálcio.
  10. Os sintomas mais sérios de deficiência de nitrogênio provocaram o amarelecimento total e a queda das folhas.


Pragas e Doenças

Pragas
Pulgões (Aphis spiroecola) - Saiba como acabar com os Pulgões

Danos – atacam parte terminal dosramos, flores e frutos jovens.
Controle – pulverizações de óleo mineral de 1 a 1,5 % em água

Bicudo (Anthomomis floris)
Danos – faz sua ovoposição noovário das flores e nos frutos jovens. Os frutos ficam deformados.
Controle – pulverizar com parathion na época de floração, recolher e enterrar todos os frutos caídos no chão.

Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) 
Danos – causa prejuízos aos frutos
Controle – usar produtos a base de fenthion como isca para mosca-das-frutas.

 – eventualmente poderá ocorrer ataques de cochonilhas e cigarrinhas na aceroleira.

Doenças
a) Antracnose Agente causal – Colletotrichum gloeosporioides
Sintomas – ataca folhas e frutos – os sintomas são manchas circulares de cor marrom Controle – oxicloreto de cobre a 0,25 % a intervalos de 15 a 21 dias

b) Cercosporiose
Agente causal – Cercospora bunchosiae
Sintomas – pontuações arredondadas nas flores que amarelecem e caem. Ataque interno dá-se a desfolha total da planta.
Controle – fungicida a base de cobre.

c) Verrugose:
Agente causal – Sphaceloma sp
Sintomas – ataca ramos, folhas e frutos provocando deformações.
Controle – oxicloreto de cobre a 0,25 % aplicado a intervalor de 15 a 21 dias.


Transplante
 A melhor época é na Primavera, bem no início dela, e somente a cada dois anos, fazendo uma poda moderada das raízes. Após o período de adaptação, a planta deve receber diariamente pelo menos 4 horas de luz solar direta. É preciso também cuidar da nutrição das frutíferas. No cultivo em vasos, as adubações devem ser realizadas com maior freqüência e adequadas à espécie escolhida. De forma geral, dê preferência às adubações orgânicas com esterco curtido, torta de mamona, húmus de minhoca, etc

Aramação
A Aceroleira cresce naturalmente como uma árvore, então a aramação é pouco utilizada. Mas, se for necessário, faça somente nos galhos mais lenhosos, sua madeira é bem flexível, mas sempre tome cuidado ao tentar “dobrá-la“. Antes de aramá-la, fixe bem a planta, com fita adesiva ou alguma outra coisa que evite que o tronco principal fique balançando enquanto você enrola o arame na árvore.

Poda
Pode os brotos no segundo ou quarto par de folhas, quando estiver com seis ou oito pares de folhas desenvolvidas, isso fará com que a próxima brotação seja mais vigorosa, e ajuda a manter a forma do bonsai. Você pode fazer podas drásticas ou remoção de galhos durante todo o ano, porém, a melhor época é durante a Primavera.

sábado, 20 de março de 2010

Como acabar com os Pulgões




Quem vê o tamanho de um pulgão dificilmente acredita que um bicho tão pequeno, com no máximo 5 mm de comprimento, possa colocar em risco a saúde de tantas plantas ornamentais. Mas quem já observou a voracidade desses insetos pôde entender por que eles estão entre as pragas mais perigosas às espécies vegetais, ao lado de besouros, formigas e gafanhotos. Quando não controlada rapidamente, a infestação de pulgões pode ser fatal.



Sedentos sugadores de seivas, os pulgões excretam um líquido açucarado que favorece o crescimento de fungos de coloração escura, levando à diminuição da área fotossintética da folha. Esse mesmo líquido funciona como atrativo para formigas e, para piorar torna a planta mais suscetível a doenças causadas por fungos e bactérias.
A infestação dos pulgões ocorre quando o solo está pobre em matéria orgânica ou foi utilizado esterco que não estava bem curtido. Outro motivo para o ataque dos pulgões é quando é feita uma adubação nitrogenada em excesso, o que torna sua planta algo muito atraente para esta praga.

O controle dos pulgões no caso de plantas envazadas, pode ser feito usando uma esponja molhada com água ou algodão para retirar os insetos das plantas.
No caso de canteiros, a irrigação por aspersão derruba os insetos que não possuem asas, erradicando assim grande parte da população desta praga.
Considerando os pulgões que atingem espécies cultivadas e silvestres, estima-se que haja cerca de mil tipos diferentes desses insetos, que podem ser pretos, brancos, marrons, amarelos, cinzas e verdes.

Folhas mais novas e delicadas são os alvos preferidos desses intrusos, que vivem em colônias. Os grupos são compostos quase que exclusivamente por animais do sexo feminino, que se reproduzem rapidamente por partenogênese, ou seja, sem participação de machos. O resultado da infestação pode ser notado em pouco tempo, primeiramente através de folhas amarelas e enroladas, depois do atrofiamento da planta.

Operação de salvamento
Capazes de migrar por grandes distâncias, levados pelo vento, os pulgões podem aparecer em qualquer época do ano, mas os períodos mais propícios ao ataque são a primavera, o verão e o início do outono.

Algumas espécies, como a Aphis nerii, podem atingir até mesmo plantas tóxicas como a espirradeira, mas apesar da resistência desses insetos, controlar o seu desenvolvimento em ambiente doméstico não é tarefa complicada.

A principal recomendação é jamais tentar eliminar as colônias com inseticidas em aerosol indicados para controle de pragas urbanas, como baratas, pulgas, moscas ou pernilongos. Isso porque alguns tipos de pulgões, como o Myzus persicae e o Aphis gossypii, podem desenvolver resistência a esses pesticidas químicos, sobretudo quando aplicados repetidamente. Sem contar que o veneno tende a eliminar os predadores naturais do pulgão.

Teresa Jocys, pesquisadora do Laboratório de Pragas em Horticultura do Instituto Biológico de São Paulo, lembra que a presença de joaninhas, tesourinhas, bicho lixeiro, entre outros, é uma das formas mais eficazes para minimizar o aparecimento de pulgões. O controle biológico pode contar também com pequenas vespinhas parasitóides que colocam ovos dentro do corpo dos pulgões e alimentam-se do conteúdo interno do hospedeiro. “O pulgão parasitado transforma-se em uma múmia, adquirindo aspecto e coloração diferente dos demais”, explica Teresa. A pesquisadora recomenda que essas múmias jamais sejam removidas, uma vez que darão origem a outra geração de parasitóides que atacará outros pulgões sadios.

A guerra conta o pulgão pode ser vencida, ainda, com a aplicação de inseticidas de baixa toxicidade (malatiom, piretrinas) específicos para uso em plantas ornamentais. Outra estratégia de combate eficiente é a pulverização de extratos vegetais naturais, como a calda de fumo (ver receita abaixo).

Outras soluções simples para acabar com os pulgões são:

• A pulverização de água com sabão de coco, ou de um chá frio obtido com 700g de folhas de ruibarbo (Rheum sp) cozido por 10 minutos em um litro de água.
• O macerado curtido de urtiga, o macerado de fumo, o extrato de piretro ou de cinamomo, ou ainda infusões de alamanda ou de arruda.
• As joaninhas e as larvas de moscas da família Syrphidae são os principais predadores dos pulgões.
• Uma forma de afugentá-los do jardim é plantando capuchinho (Tropaeoloum majus) nas proximidades dos canteiros.

Por fim, vale lembrar que ter plantas saudáveis passa também pela realização constante de podas de limpeza, pela utilização de substratos livres de pragas, e por limpezas manuais periódicas, com um chumaço de algodão umedecido com água e sabão neutro.

Receita de calda de fumo caseira
Fórmula é indicada para uso em pequenas áreas para controle de pulgões
Ingredientes:
250 g de fumo de corda
100 ml de álcool hidratado (comum)
1 litro de água fervente

Modo de preparo:
Pique o fumo de corda e coloque-o numa vasilha com tampa. Acrescente a água fervente e tampe, deixando a mistura em repouso por 24 horas. Depois disso, agite o conteúdo e filtre-o em pano fino espremendo bem para retirar o máximo de extrato. Acrescente o álcool, que servirá de conservante para a solução. Guarde-a em um frasco escuro. Para o tratamento das plantas infestadas, dilua 100 ml da solução de fumo em 1 litro de água. Acrescente dez gotas de detergente caseiro (para quebrar a tensão superficial da água) e pulverize sobre as plantas. Repita a aplicação quando necessário.

Fonte(s):
Manejo de Pragas em Plantas Medicinais
Editora -UFLA/FAEPE
Instituto Biológico de São Paulo

sexta-feira, 12 de março de 2010

Autóctono Bonsai - Revista online - Últimas 5 edições


Segue abaixo os links para visualizar a Autóctono Bonsai. Caso queria ver outra revista clique aqui. 
Confira mais dicas sobre Bonsai clicando aqui.



Revista online Autóctono Bonsai. Últimas 5 edições.


ATENÇÃO:
Os links abaixo são do site da editora que publica as revistas e por isso a visualização das revistas pode ser parcial. Caso exista o arquivo para Download existirá um link de Download acima da imagem de cada revista.


Clique no link para visulizar:

 

Edição 95 (Junho 2010)
Clique aqui

image

Edição 94 (Abril 2010)
Clique aqui




Edição 93 (Fevereiro 2010)



Edição 92 (Dezembro 2009)



Edição 91 (Outubro 2009)


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

BONSAI PASION - Revista online - 20 edições.


BONSAI PASION


Segue abaixo os links para visualizar a Bonsai Pasion. Caso queria ver outra revista clique aqui. 
Confira mais dicas sobre Bonsai clicando aqui.

Revista online - Atualizada com a versão mais recente (Junho e Julho de 2010)

ATENÇÃO:
Os links abaixo são do site da editora que publica as revistas e por isso a visualização das revistas pode ser parcial. Caso exista o arquivo para Download existirá um link de Download acima da imagem de cada revista.
image

Nº45

Nº44



Nº43


Nº42


Nº41


Nº40


Nº39


Nº38


Nº37

Nº36


Nº35

Nº34

Nº33


Nº32